Lyrics of Ventos
Luís Gil Bettencourt
Como o vento sopra
Novamente assobiando
Sempre derrubando
Uma casa em mente
Já que o silêncio
Conquista uma planície
Sem dificuldades
De voz ascendente
E quando a casa se constrói
Em sentidos sem visão
Paisagens de vidas em falso
Em sentidos sem visão
Quando o mar tenta
Imaginando entrada
Já vai se tornando
Para fazer vaga
Quando a rosa avança
O precipício cede
A rosa se desmancha
O precipício foge
Quando a casa se constrói
Em sentidos sem visão
Paisagens de vidas em falso
Em sentidos sem visão
(solo)
Como o vento sopra
Novamente assobiando
Sempre derrubando
Uma casa em mente
Já que o silêncio
Conquista uma planície
Sem dificuldades
De voz ascendente
E quando a casa se constrói
Em sentidos sem visão
Paisagens de vidas em falso
Em sentidos sem visão
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